quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Data do Seminário

Chegou o dia!
O Seminário Multidiciplinar acontecerá no dia 27 de setembro de 2010 às 19 horas no Sala Nobre.
Contamos com a presença de todos.
Hasta la vista!

Perguntas aos Professores

Alunos - Débora Heesch
              Ana Muniz
              Nayara Leske
              Gilberto Mashio

1 - Caso acabasse o petróleo hoje, o qie aconteceria com a sociedade?
2 - Por que os Estados Unidos invade constantemente o Iraque? Por causa do petróleo?
3 - Com o derramamento do petróleo, pode se extinguir alguma espécie de ser vivo?
4 - Na sua opinião foi um acidente ou foi armação?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Golfo do Mexico

Golfo do México

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Golfo do México (aspecto físico)

O Golfo do México é o maior golfo do mundo, sendo cercado por terras da América do Norte e da América Central. Tem uma superfície de aproximadamente 1 550 000 km², seu subsolo é rico em petróleo.

A costa sul do golfo banha o México (especificamente, os estados de Tamaulipas, Veracruz, Tabasco, Campeche, Iucatão, e Quintana Roo); as costas oriental, norte e noroeste banham os Estados Unidos da América (especificamente, os estados da Flórida, Alabama, Mississippi, Louisiana e Texas); e a costa sudeste banha Cuba. O Golfo do México se conecta ao Oceano Atlântico através do Estreito da Flórida, localizado entre os EUA e Cuba, e ao Mar do Caribe através do Canal de Yucatán, localizado entre o México e Cuba.

(Nota: No uso cotidiano, pelo menos nos EUA, o termo "Costa do Golfo" geralmente se refere a 1) a porção de costa entre Cape Sable, Flórida, e Brownsville, Texas, ou 2) a porção de costa entre Cape Sable, Florida, e o extremo norte da Península de Yucatán. Ambos os significados excluem Cuba bem como algumas ilhas da Flórida).

O Golfo do México em 3D

Da área do Golfo do México, o terço mais ao sul localiza-se na zona tropical. Do golfo se origina a Corrente do Golfo, uma corrente de águas quentes que atravessa o Oceano Atlântico, sendo uma das mais fortes correntes oceânicas conhecidas. O golfo também foi muitas vezes visitado por poderosos furacões, alguns dos quais responsáveis por grande número de mortes e destruição.

A baía de Campeche (México) é maior baía do golfo. Além dela a costa do golfo possui inúmeras baías e desembocadouros. Um grande número de rios deságuam no golfo, dentre os quais o mais notável é Rio Mississippi. A terra que forma a costa do golfo, inclusive muitas ilhas de sedimentação, é quase uniformemente baixa e caracterizada por pântanos e terras bastante húmidas bem como extensões arenosas.

A plataforma continental é bastante larga em quase todos os pontos da costa. Contém petróleo em alguns pontos (principalmente a oeste), que é extraído através de plataformas marítimas. Outra actividade comercial importante é a pesca, de peixes e crustáceos. Ao longo da costa existe ainda a produção de navios, indústrias petroquímicas e de armazenamento de óleo, fábricas de papel e forte atividade turística, na década de 1940 0 golfo o México era usado como escudo dos EUA contra a URSS. Após a revolução de 1932, muitos conflitos foram travados pelo petróleo no golfo.

Entre as cidades costeiras incluem-se: Tampa, Pensacola, Nova Orleans, Houston (nos EUA) , Veracruz, Mérida (no México), e Havana (em Cuba).

A área costeira do golfo foi a primeira colonizada por grupos indígenas norte-americanos, incluindo aqueles que representavam culturas avançadas do México. Durante a colonização européia, a região tornou-se palco de uma contenda entre a Espanha, França e Inglaterra. Hoje em dia, a cultura da região é predominantemente hispano-americana e anglo-americana.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Golfo_do_M%C3%A9xico

petrobras

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Petrobras reforça estrutura contra vazamentos de óleo

16 de setembro de 2010 | 18h 23
NICOLA PAMPLONA - Agência Estado

O vazamento de petróleo da BP no Golfo do México e o crescimento da produção brasileira levaram a Petrobras a iniciar um programa de reforço de sua estrutura de contenção de derramamentos no País. Segundo o gerente executivo de Saúde, Meio Ambiente e Segurança da companhia, Ricardo Azevedo, a empresa decidiu comprar mais 50 quilômetros de barreiras e manter um estoque de dispersantes em território nacional. O governo pretende divulgar ainda este mês a minuta do decreto que cria o novo Plano Nacional de Contingência.

"Estamos comprando 50 quilômetros de barreiras, o que significa um aumento de 35% sobre nossa capacidade atual, por conta do aumento das exigências após o acidente da BP", informou Azevedo, em palestra sobre o tema na Rio Oil & Gas. Além disso, a empresa iniciou um programa de reavaliação de todas as estruturas marítimas de produção de petróleo, para identificar a possibilidade de acidentes e planejar medidas de contenção. A companhia tem hoje nove centros de defesa ambiental espalhados pelo País.

Azevedo contou que a companhia teve dificuldades recentemente para importar dispersantes e por isso decidiu aumentar o estoque nacional. Segundo ele, a importação foi decidida após a ocorrência de um pequeno vazamento na Bacia de Campos. "Não sabíamos o tamanho e, por precaução, decidimos importar dispersantes. Mas o avião ficou parado uma semana em Manaus para o desembaraço da carga", recordou o executivo.

A dificuldade para trazer equipamentos em caso de emergência é um dos temas que serão tratados pelo novo Plano Nacional de Contingência, em elaboração pelo governo. "O plano prevê a definição de papéis e uma maior coordenação entre as diversas áreas do governo. O Ministério da Fazenda, por exemplo, participará com o objetivo de melhorar os procedimentos de importação emergencial", comentou o secretário executivo substituto do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Volney Zanardi Junior.

Zanardi Junior já tem uma cópia da minuta do decreto em mãos, mas preferiu não divulgar detalhes enquanto as negociações com os diversos envolvidos não estiver concluída. A expectativa é que o texto vá para consulta pública até o final do mês. O MMA deve ser o coordenador geral das ações de contenção quando o plano for posto em prática - apenas em casos de acidente de grande porte. O comitê coordenador contará ainda com outros ministérios e agências reguladoras.

Segundo Zanardi, o objetivo principal é estabelecer critérios de atuação de cada órgão envolvido. Além disso, o MMA quer aprimorar a convergência entre as diversas legislações estaduais e federais sobre o tema. O governo trabalha ainda em dois outros decretos relacionados à questão ambiental no setor de petróleo, em um processo que vem sendo chamado de novo marco regulatório ambiental para o setor de petróleo.

Um deles cria a avaliação ambiental prévia das áreas petrolíferas, definindo aquelas que poderão ser licitadas e aquelas de maior interesse ambiental. O objetivo é evitar a licitação de áreas que terão dificuldades para receber licença. O segundo decreto define critérios para o licenciamento ambiental das áreas, com o objetivo de simplificar os procedimentos. "Não precisamos, por exemplo, fazer avaliações sobre impacto na pesca artesanal da exploração de petróleo a 300 quilômetros da costa", explicou Zanardi.

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,petrobras-reforca-estrutura-contra-vazamentos-de-oleo,610934,0.htm

notícia II

segunda-feira, 20 de setembro de 2010 7:47


Poço da BP no Golfo do México é oficialmente fechado; ações sobem

Almirante da Guarda Costeira dos EUA afirmou que o poço está ‘efetivamente morto’

Danielle Chaves, da Agência Estado



HOUSTON - O poço da britânica BP que provocou o maior vazamento de petróleo em alto mar da história dos EUA está oficialmente desativado, depois que testes verificaram a força da tampa de cimento que foi colocada no local. Thad Allen, almirante reformado da Guarda Costeira dos EUA responsável pela resposta ao vazamento, afirmou ontem que o poço está "efetivamente morto". As ações da BP subiram nesta manhã com a notícia, dando sustentação à Bolsa de Londres. Às 7h45 (de Brasília), a BP tinha alta de 1,79%, enquanto o índice FT-100 avançava 1,22%.

"Medidas regulatórias adicionais serão realizadas, mas nós podemos declarar agora, definitivamente, que o poço Macondo não continua impondo ameaça ao Golfo do México", disse o almirante. O anúncio marca o fim oficial de cinco meses de esforços para tampar permanentemente o poço que despejou mais de 4 milhões de galões de petróleo bruto no Golfo do México.

Em abril, a explosão da plataforma Deepwater Horizon, operada pela britânica BP, resultou na morte de 11 trabalhadores e no vazamento. O fluxo de petróleo foi contido em julho e a contenção foi fortalecida posteriormente quando a empresa empurrou o petróleo de volta para o reservatório com lama pesada e cimento, no início de agosto.

No entanto, autoridades dos EUA insistiam que o poço Macondo deveria ser selado desde o fundo, por meio de um poço de alívio, para garantir que ele não vazasse novamente. A operação foi finalizada na sexta-feira e testes de cimento que terminaram no domingo confirmaram que "o poço foi permanentemente selado com tampas de cimento", afirmou o governo norte-americano em um comunicado.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse em um comunicado que o sucesso da operação é "um marco importante" na resposta de sua administração ao vazamento. Obama afirmou que o governo dos EUA continua "comprometido em fazer tudo o mais que for possível para garantir que a costa do Golfo se recupere completamente desse desastre".

O executivo-chefe da BP, Tony Hayward, afirmou que "ainda há mais trabalho a ser feito. "O compromisso da BP de completar nosso trabalho e restaurar os danos causados ao Golfo do México, à costa do Golfo e à vida das pessoas da região permanece inalterado", declarou. A BP informou que o custo da resposta ao vazamento até que o poço fosse selado atingiu US$ 9,5 bilhões. As informações são da Dow Jone.

http://economia.estadao.com.br/noticias/not_35842.htm

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

notícia

02/05/2010 23h49 - Atualizado em 03/05/2010 00h16

Vazamento de petróleo desafia a tecnologia no Golfo do México

Robôs, drenos e dispersantes são usados para tentar evitar desastre.
Quase um milhão de litros de óleo se espalha no mar por dia nos EUA.

Do G1, com informações do Fantástico

As 22h do dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. Onze funcionários da empresa British Petroleum ficaram desaparecidos no acidente. Desde então, formou-se uma corrida contra aquele que pode ser tornar em breve o maior derramamento de óleo já ocorrido nos Estados Unidos, e um dos maiores da história – somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico.

O acidente ocorreu em uma região de intensa exploração de petróleo, a 65 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana.

Quando a plataforma Deepwater Horizon pegou fogo, um sistema automático deveria ter fechado imediatamente uma válvula no fundo do mar. Deveria, mas não fechou.

O equipamento de emergência falhou e, quando a plataforma afundou, dois dias depois, a tampa do poço ficou aberta. E há 12 dias o petróleo vaza sem interrupção.

E agora que o equipamento falhou, interromper o vazamento de quase um milhão de litros de petróleo por dia no Golfo do México, e que acaba de chegar a uma reserva natural?

Bastaria girar a válvula e o poço ficaria fechado para sempre. Mas o equipamento está a mais de 1,5 mil metros de profundidade.

Robôs
E aqueles que seriam a única esperança estão há quase duas semanas tentando. Robôs submersíveis controlados à distância primeiro tentaram o mais simples: apertar um botão que fecharia a válvula. Nada feito. Eles agora usam ferramentas, como alicates e cabos conectores na tentativa de consertar o defeito.

"Temos um robô trabalhando especificamente na válvula na boca do poço. Outros estão tentando fechar os vazamentos na tubulação e temos ainda outros robôs monitorando a área para saber se não há ainda mais óleo vazando", explicou ao Fantástico a representante da British Petroleum, Marti Powers.

Perguntada por que os robôs não tiveram sucesso até agora, Mari Powers diz, simplesmente, que não tem como responder.

Em um sinal de desespero, os comandantes da operação apostam em várias estratégias ao mesmo tempo.

Dreno
Já está em construção em um estaleiro próximo uma enorme estrutura metálica, uma câmara de contenção que será colocada sobre a região onde o petróleo está vazando. Por uma espécie de dreno, o óleo contido seria levado até navios-tanque e retirado do mar.

A complexidade da outra estratégia confirma: o vazamento pode demorar meses.

Uma plataforma móvel está sendo rebocada até o local e nos próximos dias começa a perfurar um novo poço ao lado do que está vazando. Pela nova tubulação, os engenheiros pretendem injetar cimento e finalmente bloquear a passagem do petróleo pelos dutos danificados.

Demora
No começo do acidente, dizia-se que o petróleo na superfície do Golfo do México era só uma pequena quantidade, o que sobrou da plataforma perdida. Na última quinta-feira (29), nove dias depois, engenheiros perceberam que vazava quase um milhão de litros por dia. Foi só aí que o presidente Barack Obama veio a público e montou uma força tarefa do governo.

Em uma embarcação da Guarda Costeira, a equipe do Fantástico viajou quase duas horas pelo Rio Mississippi até a entrada do Golfo do México.

No caminho, os primeiros sinais da megaoperação montada para reduzir o impacto do óleo sobre a reserva ambiental que se forma em torno do rio: mais de 60 quilômetros de barreiras.

Mas a ajuda também chega pelo céu. Aviões jogam dispersantes sobre a mancha, perto de um milhão de litros até agora. É uma espécie de sabão que provoca uma reação química, quebrando o óleo em partículas menores. O óleo se dilui na água e pode ser digerido por bactérias marinhas que usam essas partículas como alimento.

"Pela primeira vez estamos usando dispersantes também na origem, no próprio poço", explica Patrick Keley. "Só assim podemos dissolver o óleo antes que ele chegue à superfície".

Em outra frente, 75 barcos e mais de duas mil pessoas tentam retirar do mar o máximo possível do petróleo derramado. Mas, apesar dos esforços, a cada segundo o volume aumenta. O combustível se espalha e muda de forma.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/05/vazamento-de-petroleo-desafia-tecnologia-no-golfo-do-mexico.html

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Roteiro do Seminário - Golfo do México

I SEMINÁRIO MULTIDISCIPLINAR – ENSINO MÉDIO – 2010
Data: 27/09/2010
Hora: 19horas
Local: Sala Nobre

Orientações para o desenvolvimento do trabalho
Equipe 1: ( Débora, Gilberto, Ana, Nayara)

Geografia:
Definição da palavra Golfo
Localização: mapa, limites;
Como foi a formação deste povo, aspectos, língua falada, economia.
Fisiografia: clima, hidrografia, vegetação (vegetação marítima e problemas ambientais)
Equipe 2: (Luiz, Jéssica, Aline)

História:
Há alguma contribuição para a história mundial?
Existem fatos como guerra, revoluções (e outros) que já aconteceram anteriormente neste lugar.
A história do petróleo e suas utilizações durante os tempos.
Equipe 3: (Juliane, Luana, Renan, Iassol)

Química
Produção de petróleo, de onde vem, qual a utilização, perspectiva de produção ambiental, impactos ambientais.
Equipe 4: (Mariana, Raul, Lucas A.)

Biologia
Qual o tipo de vida deste lugar
Biodiversidade
Linha cronológica do desastre que aconteceu no Golfo México.

Equipe 5: (Sâmara, Nathalia)

Matemática
Estatística: pesquisa de tabela e gráficos em revistas e jornais.
Interpretação dos gráficos colocados.
Comparação do evento pesquisado com outros desastres ambientais relacionados ao petróleo com base em gráficos

Equipe 6: (Lucas S, Henrique, Riquelme)

Política.
- Quais as medidas políticas adotadas pelos países atingidos.(Governos)
- Quais as medidas adotadas pelas Organizações não governamentais (ONG)